Edição 11

Um balde de poesia 4

Humberto Fonseca

( A Baldada )

Satirás,

Sentirás,

Por sétimas septuagénas,

O valor da perfeição,

Por 7x.

Nesta minha exposição remida em fogo ávido

Grades de uma obra segura o projeto...

Veja o nível da caixa... comece a racionar,

Vai cuspir?

Antes de lavar a porta cuide da sua casa...

Ela me assegura,

Vira-lata em balde...

Transbordos...

Comportas fechadas.

Desesperos que os causam...

Causar no casual, de caso!

Cada um tem sua...

Os baldes de poesias comprime todo ar possível e logo respirará!

Começa uma fábula de Sebas-e-Tiões,

Que em abreviadas missões,

Tiveram latas d´água na cabeça,

E arrastaram muitas alças,

Palavrearam o tempo todo,

E esqueceram da vida,

E tome lata pra-lá, balde pra-cá,

Não tiveram familía,filhos,

Viviam tão de boa... que pouco via de velhice,

E a mesma chegará...

Na porta do INSS Tiões chegou p´ra Sebas e disse:

__ Nesse resto de vida Sebas quero fazer aqueles do qual falavamos...

Depois desses anos Tiões, é o que nos resta... Fazer logo esses SO-NETOS.

__ " E como a escrita não me põe em parágrafos, do mesmo faço sSoneto, e de baldade soneteada, vá ao disque denuncia da literatura... Condene quem atirou, e se for possível enviem-lhes respostas, causar no casual, de caso! Cada um tem sua... Forma de escrever e mostrar bem mais que palavrinhas de complementos, e confortos de lástimas que pouco aponho-muito. E sem que me prendam... "

tome áua!

se nã der para beber...

ENGULA!

é água de reuso...

fará bem a você...

A Baldada!