Beckett, celular
Tempo
de mudança. Tempo de rever. Re-olhar. Tempo de fazer uma limpeza na
minha casa. Não "passar as mãos nas costas de quem te (me) sacaneia": o
começo da faxina. Tempo esgotado pros egoístas e seus enormes egos
compostos por frágeis autosuficiências. Fogem como excelentes cagões
(atores?) que são. Dão em cima das mulheres dos outros porque são
incapazes de amar as próprias companheiras. Falam pelas costas.
Doninhos de verdades de merda. Agem como ratos: na surdina. Presenteiam
aqueles que não são seus amigos pra sugar o sangue dos soul brothers.
Almas vendidas que se escondem nos aplausos baratos dos puxa-sacos. Que
são muitos. Tempo de mandar os falsos e dissimulados pra casa do
caralho! Tempo de dar valor aos meus verdadeiros amigos... Que são
poucos.
Para os que pensam que levaram alguma vantagem em cima de mim: parabéns! Vocês são (muito!!!) espertos mesmo.
Faço
que não vejo... Mas tem hora que o meu saco enche e o tempo me cobra.
Aí eu vou pra cima. Eu sempre vou pra cima. Como disse meu grande amigo
num email: "Já te vi relevar umas paradas erradas duns otários,
Cassiano - por livre e espontânea vontade. Já te vi não deixar passar
porra nenhuma, também. Você é de um coração gigante quando se trata dos
seus Irmãos, meu Irmão. Só que tem alguns que não merecem. Sei que você
sofre com isso, sei disso".