Agita o véu daquele cometa
o véu daquele cometa, grande e misteriosa nau! Dedos entrelaçados linhas tão vacilantes Oceano do devir longínquas e largas enseadas A flecha agora é assestada. Aporta o brilho itinerante, grande e misteriosa nau! Da proa, o porvir decantou o incerto constelado Eis o Amor, eis o Norte!
Latitudes incrustadas a terra então tornou-se sal. Retoma o fôlego da fé, grande e misteriosa nau! Ilhas agora a imergir meridianos agora a diluir Rastros de ondas singrantes o mundo então tornou-se fulgor Eis o Amor, eis o Norte!