Edição 1 · 21 de Maio de 2007

No olho do artista

Humberto Fonseca

Nasce!
Tudo que se encontra morto.
Pode criar uma História deixando viva...

Negro-drama... Jackson!
Negro-branco... Para Hendrix e Browns?
Ser artista custa caro
Para quem abandona a cor
Um céu do próprio inferno.
Ser artista custa caro...

O arco-irís chamado Cazuza,
No planeta Renato Russo,
Os paralamas de Titãs,
Aos sucessos de Raul...

Maluco beleza!
Jim Morrinson,
Kurt Kobain,
Ray Charles,
Bob Marley...

Quantas filosofias,
Loucas e diferentes,
Egôcentricas de um ódio sonoro,
Seus instintos de amor aos ouvidos.

Eliz, Eller, Lee...
Loucas? Joplin, Madonna...
Suspeitas? Perfeitas?
Diva Tina Tuner,
Loucas dos pés à cabeça...

"Os Artistas são bárbaros,
Lendário sobre os tempos,
Se a obra for boa...
Consagra as décadas em anos..."

Zarastrustas... Michelangêlo...
Porquê não Chico, Einsten?
Com Maquiável...
Suas artes "A mais valia "

Brilhantinas da Jovem Guarda,
Historicidade de Bossa Nova,
Colorem também o Carnaval,
No suícidio de um novo Funk.
( Fanqui )

De tantos reis...
Presley... Carlos...
Beatles, não? Porquê?
Sâo quatro...
Mestre Connyf! Lendarío Beethovem....
Surdos ouvem? Artistas sim...

Desculpe-me pela visão, e os que esqueci,
Foi por que acabou de nascer mais um...

Eles muitas vezes não tem chance,
Para ser imenso tende-se ser grande,
No tamanho do bolso furado,
Onde discarto este autor...

Com a Revolta Brasileira!
Insanidade e Poesia...