Suvela
Com
licença armário, não obstrui o meu pensamento com seu canto de
tico-tico, isto não soa bem na aroeira, vai amolar seu bico no
movimento mdf de ficar de graça partido trabalhando mandando lá.
Mandela enquanto preso sabia da “mandála” do eterno ruir, paradoxo da
vida gritando vida, emenda digerida pela vaca andante ruminante.
Sopro
o pólen na menina dos olhos da criança chinesa do norte, menos um dólar
olímpico no bolso do barão de acobertar, este pensamento repete o verso
que rima com aquela empreitada postal, talvez doutorado ouvinte, ou
palestra sobre poesia visual, com obra nome de quem for indicado ao
prêmio Nobel, tipos móveis móbiles palavras ao vento.
Caso não entenda pergunte ao Salomão.