Mosaico de sons reverberantes
de repente é amador porque inflama de recente é presente porque trama de versos diversos entre halos amar-elos do que se reverte em flor cogumelos beligerantes da dor em cada calo das mãos que ensaiam preteridos abraços feridos olvidados cantados em cordas sem aço quem dera bebessem um trago de chá e ouvissem o chocalho ao tocar de todos os hinos entre os brinquedos desses meninos no fabular de novos retalhos