Nada na minha horta
Vou
escrever limpo: leia a minha lavagem, fruto das cabeçadas pela cidade.
Ontem não sei se o balão subiu, preferi colocar o disco para rolar em
câmera lenta, quem lê o que roda ou enquanto gira,lê melhor. As linhas
arquitetam layout sem a minha presença, muitos são os pensamentos que
me escapam, alimentando crianças e velhos.
Precipito-me contexto,
mando linha da lata toda descarregando no rabo do peixinho, se não
cortou deve ser nylon: vaza por estes dois pontos o que restava da
minha vaidade, posso muito bem ver da geral uma tiriba-de-cara-suja
tentando alimentar-se do concreto, resto de fala. Só não é claro porque
as intenções são outras, desculpem-me.