Metafísica dos coiotes
o trago do imprevisto que distrai o tempo que passa rápido. Canto o cântico dos malditos que me cai. Tudo vaza, tudo explode. A noite é lenta quando lírios conspiram contra a sorte perdida. Lâminas que a incerteza jura fatiar para a salada de nepotismo barato e regular da gargalhada da noite.
Bebo as estrelas virgens, Como os meteoros platônicos, latindo, uivando pra lua prostituta que cavalga numa nuvem o sexo santo dos devassos.