Sou uma espécie de semi-escuridão
uma espécie de semi-escuridão...Ela disse, repetindo os sinais da sua quase-presença...Xará, não vou me livrar da metafísica tão cedo...também não vou matar o juliano garcia pessanha dentro dos meus latidos.... álias preciso matar de novo aquele heidegger...
como disse o meu amigo Vicente Cecim...é preciso matar os mortos outra vez...ontem mesmo descobri outra pessoa viva dentro de mim...descobri que o centro dos poemas que estou escrevendo é aquele diálogo-interno escrito pela Karina Abramovich...o centro e uma tempestade que me duplica para aquele nada do W.
Faulkner ( Entre a dor e o nada, prefiro o nada) Outro dia o cão me disse que a rede interna ( internet) criava uma ligação ente todos os limbos formando um HIPERLIMBO maior do que o inferno e o paraíso juntos...eu não sabia se o cão estava descrevendo a rede interna ou a externa...
o jardim costa silva e a vila esperança inclusos...a avenida paulista e higienópolis inclusos e etç... Minhas convicções mais absurdas são estas: 1-) Os grandes poetas terão o mesmo destino das antigas árvores amazônicas. 2-) Descobri a poesia quando ouvi dentro de um açougue uma gravação de Chet Baker cantando : DEEP IN A DREAM OF YOU' .
3-) O que significa ser poeta no Brasil? O mesmo que ser um beija-flôr no Alaska 4-) A pura anarquia construtiva virá mais cedo ou mais tarde...Enquanto ela não vem a destruição e o amor cantam a canção de todas as coisas do século passado ...Enquanto ela não vem: A Tirania-do-quase não terá fim...