Extremos
de Alencar - Olha pra baixo. - Sei, sei, está reto, retíssimo. - O que você tem a fazer? - Prefiro dar um apertão em outro lugar. - Ah, você quer apertar a minha nádega? - Bem, não....sim, sim, é isso. - Se você deixar ela escancarada e o dono ver? - Eu não deixo.
Prometo. Só quero seu orifício de mistérios feito. - Diacho. Deixa eu baixar a calcinha. - É sua primeira vez? - Claro. Não vê que é rosado e virgem? - Mas empina bem, tá? - Empinar o quê? Não sou pipa, não. - Tá. Não empina, mas posso girar os dedos dentro?
- Não. Fui no banheiro. - O que é que tem? - Tá cheio de bosta. - Se é assim......- Mas pensou: “um rabão destes, mesmo cagado, deve ser gostoso”.- Então, enfia você. - Mas... - Não tem mais. Já lhe dei tanta alfafa, que você tem de me dar alguma compensação.
Ela enfia as duas unhas da pata, contorcendo-se de gozo. Quando fica piscando pela própria natureza, ele lhe enfia o membro milimétrico. Ela se apóia com firmeza no curral. Seus olhos reviram. Ele cospe pra ajudar o buraco negro a devorar luzes de gozo.
Ela ofega, enquanto seu orifício espreme o rabanete do outro, num esforço de nascimento vegetal. Não percebem o padre que chega pra extrema-unção. Porta um machado, onde o sangue de cordeiros sacrificados respinga e ferve no capim seco.