Ao escuro
homem batera todo dia à minha porta sem nunca encontrar: – nada – / da janela do sobrado meus olhos de soslaio, poderiam ir ao fundo da própria ameaça, salvá-los. (meus brinquedos não eram tão velhos para seguir em sua viagem sozinhos). Mas não iam ao fundo, paravam à margem, chapinhavam o medo que nadará o homem que nada a criança.
(Tornando-se homem planeja a vingança um ataque à ameaça) / Aquele velho baterá todo dia à minha casa, e só encontrará nada. E dizem que não vejo que o velho passa fome: O homem do saco leva hoje desaforo para casa.