Edição 6

Homem industrial

Flávio Otávio Ferreira

metálicos estruturas industriais que se espalham na verde mata. Homens que somam, que se somam na escuridão da noite no clarão da aurora. Corpos que vão e vêm. Passos trôpegos passos cansados passos apressados. Homens que são homens caminhando nas matas entre máquinas e flores natimortas.

Os olhares se cruzam, se reconhecem, num mesmo mundo, numa mesma vida vivida a só, somente um entre todos e, nada além de um. Os jardins florescem na primavera e já é outono nestes nossos tempos. As cinza dos dias nos vêm às mãos!