Homem industrial
metálicos estruturas industriais que se espalham na verde mata. Homens que somam, que se somam na escuridão da noite no clarão da aurora. Corpos que vão e vêm. Passos trôpegos passos cansados passos apressados. Homens que são homens caminhando nas matas entre máquinas e flores natimortas.
Os olhares se cruzam, se reconhecem, num mesmo mundo, numa mesma vida vivida a só, somente um entre todos e, nada além de um. Os jardins florescem na primavera e já é outono nestes nossos tempos. As cinza dos dias nos vêm às mãos!