Alguma poesia
guima meu mestre guima em mil perdões eu te peço por esta obra encarnada na carne cabra da peste da hygia ferrreira bem casta aqui nas bandas do leste a fome de carne é madrasta ave palavra profana cabala que vos fazia veredas em mais sagaranas a morte em vidas severinas tal qual antropofagia teu grande sertão vou cumer nem joão cabral severino nem virgulino de matraca nem meu padrinho de pia me ensinou usar faca ou da palavra o fazer a ferramenta que afino roubei do mestre drummundo que o diabo giramundo é o narciso do meu ser